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quinta-feira, 31 de julho de 2014

4 mancadas cometidas por grandes gênios

4 mancadas cometidas por grandes gênios

O fato de um indivíduo ser extremamente inteligente não significa que ele não vá cometer equívocos de vez em quando. Afinal, errar faz parte da natureza humana, não é mesmo? Portanto, todos estão sujeitos a dar umas mancadas, incluindo os gênios. O pessoal do site ListVerse reuniu uma série de gafes cometidas por algumas das mentes mais brilhantes do mundo, e nós aqui do Mega Curioso selecionamos quatro delas para você conferir:

1 – Nicola Tesla


Apesar de ter sido um dos homens mais brilhantes de todos os tempos — e de ter contribuído grandemente para o desenvolvimento tecnológico da humanidade —, Tesla era uma espécie de “Professor Pardal”. Tanto que não é segredo que mais ao final de sua carreira o cientista se dedicou a inventar engenhocas malucas, como uma máquina que reproduzia terremotos e outra que ficou conhecida como raio da morte, por exemplo.

Contudo, uma de suas maiores mancadas científicas aconteceu quando Tesla ainda era bem jovem. Ele percebeu que quando hiperventilava, logo depois seu corpo parecia mais leve e quase flutuante. Isso o fez indagar sobre a possibilidade de vencer a gravidade e, um belo dia, Tesla resolveu testar sua teoria.

Assim, armado de um guarda-chuva, Tesla subiu ao telhado de um celeiro, se pôs a hiperventilar até se sentir meio tonto e pulou lá de cima na crença de que seu corpo flutuaria. Evidentemente, o voo do cientista foi bem curto e, depois de perder a consciência por conta da abrupta “aterrissagem”, Tesla passou vários dias de cama se recuperando do acidente.

2 – Thomas Edison


Responsável por incontáveis invenções — como a lâmpada incandescente, o fonógrafo e o gramofone —, Thomas Edison investiu bastante energia e parte de sua fortuna pessoal em uma fábrica para extração de minérios. No entanto, o empreendimento não deu certo e, para reaproveitar toda a estrutura que ele possuía, Edison teve a ideia de construir moradias de baixo custo feitas de concreto.

Contudo, não pense que o projeto de Edison consistia na construção apenas da estrutura de uma casa — como paredes, teto etc. — com concreto. Segundo seus planos, a residência INTEIRA seria feita com esse material, incluindo a mobília, objetos de decoração, as mais diversas instalações e até peças como pianos. Tudo isso seria produzido com a ajuda de moldes, e Edison inclusive encontrou um empresário disposto a apostar na ideia.

Contudo, logo Edison se deu conta de que só para construir a estrutura das casas, seriam necessários milhares de moldes — sem contar as demais coisas que seriam colocadas dentro delas —, encarecendo o valor das moradias dramaticamente. Mesmo assim, 11 casas de concreto foram construídas, e nenhuma delas foi vendida.

3 – Albert Einstein


Bem, eis um gênio que dispensa maiores apresentações, não é mesmo? Contudo, nem mesmo Einstein acertava o tempo todo, e um exemplo disso era a sua crença de que o Universo seria eterno, ou seja, algo que sempre existiu e sempre existiria. Tanto que a ideia sobre o Big Bang começou a ganhar notoriedade em sua época, e o físico inclusive chegou a conhecer Georges Lemaître, padre católico, astrônomo e físico belga que propôs a teoria.

Einstein não só desaprovava a teoria do Big Bang — e disse ao próprio Lemaître que, apesar de seus cálculos estarem corretos, ele não entendia nada de física —, como chegou a elaborar uma teoria alternativa, defendendo a imutabilidade do Universo.

4 – Isaac Newton


Uma das obras científicas mais importantes já publicadas no mundo é a Philosophiae Naturalis Principia Mathematica — ou Princípios Matemáticos da Filosofia Natural — de Isaac Newton. Sua primeira edição foi lançada em 1687 e, desde então, o livro foi estudado de cabo a rabo por incontáveis pessoas, incluindo alguns gênios pra lá de famosos.

Nesse livro, o célebre cientista descreve suas leis para o movimento dos corpos, os fundamentos da mecânica clássica e a lei da gravitação universal. Contudo, existe um erro matemático simples na proposição de número 8, onde Newton apresenta uma fórmula para calcular a massa dos planetas conhecidos. Esse cálculo envolve um ângulo formado por duas linhas específicas cujo valor o cientista estabelece como sendo 10,5 segundos.

Entretanto, mais tarde, Newton troca o valor de 10,5 para 11 segundos. Apesar de o equívoco ser superficial e não ter qualquer consequência, ninguém se deu conta dele durante séculos. E sabe o mais interessante? Quem descobriu o erro de Newton não foi nenhum dos gênios que estudaram sua obra, mas um estudante de 23 anos da Universidade de Chicago chamado Robert Garisto!