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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Indicação de Livro - A Batalha do Apocalipse



SINOPSE

Há muitos e muitos anos, o paraíso celeste foi palco de um terrível levante. Um grupo de anjos guerreiros, amantes da justiça e da liberdade, desafiou a tirania dos poderosos arcanjos, erguendo armas contra seus opressores. Expulsos, os renegados foram forçados ao exílio, e condenados a vagar pelo mundo dos homens até o dia do Juízo Final.

Mais eis que chega o momento do Apocalipse, o tempo do ajuste de contas. Único sobrevivente do expurgo, o líder dos renegados é convidado por Lúcifer, o Arcanjo Negro, a se juntar às suas legiões na Batalha do Armagedon, o embate final entre o céu e o inferno, a guerra que decidirá não só o destino do mundo, mas o futuro do universo.

Das ruínas da Babilônia ao esplendor do Império Romano, das vastas planícies da China aos gelados castelos da Inglaterra Medieval, A Batalha do Apocalipse não é apenas uma viagem pela história humana: é também uma jornada de conhecimento, épico empolgante, repleto de lutas heróicas, magia, romance e suspense.



O MANUS ANUSCRITO S SAGRADO DOS DOS MALAKIM
Há muitos e muitos anos, há tantos anos quanto o número de estrelas no céu, o Paraíso
Celeste foi palco de um terrível levante. Armados com espadas místicas e coragem divina, Querubins
leais a Jeová travaram uma sangrenta batalha contra o arcanjo São Miguel e os anjos que o seguiam.
Deus, o Senhor Supremo de Todas as Coisas, continuava imerso no profundo sono que caíra
após ter concluído o trabalho da Criação – o descanso do Sétimo Dia. Enquanto Ele permanecia
ausente, os arcanjos ditavam as ordens, impondo seus desígnios no Céu e na Terra. Sentados no topo
de seus tronos de luz, cada um deles almejava alcançar a divindade.
Concentrando todo o poder debaixo de suas asas, os poderosos arcanjos, onipotentes e intocáveis,
utilizavam a Palavra de Deus para fazer jus à sua própria vontade. Revoltados com o amor do Criador
para com os seres humanos, e movidos por um ciúme intenso, decidiram ir contra as leis do Altíssimo
e destruir todo homem que caminhava sobre a Terra, acabando assim com parte da Criação do
Divino.
Impulsionado por essa fúria, Miguel, o Príncipe dos Anjos, enviou à Haled diversas calamidades
mas, como insetos persistentes, os mortais resistiram. Os tiranos alados desejavam um regresso à
aurora dos tempos, quando só os animais povoavam o mundo. Eles nunca aceitariam venerar uma
criatura feita do barro, uma vez que tinham sido gerados a partir do próprio esplendor e glória do
Senhor.
Decidido a eliminar de vez a humanidade, Miguel ordenou que os Ishim, a casta angélica que
controla as forças da natureza, arquitetassem a Destruição Final. Submissos, eles derreteram as calotas
polares e a Terra foi inundada por um volumoso dilúvio. Não obstante, os mortais novamente
subsistiram.
Diante de tanta morte e devastação, uma conjuração teve início. Em sua inocência política os
líderes dessa conjuração foram traídos por outro arcanjo, Lúcifer, a Estrela da Manhã, único que
conhecia o plano dos revoltosos para libertar o Paraíso da opressão a que era submetido. Quando o
Arcanjo Sombrio denunciou as idéias revolucionárias, os rebeldes foram derrotados, expulsos do Céu,
e condenados a vagar pelo mundo dos homens até o fim dos tempos. Enquanto a luz do Sétimo Dia
brilhar, enquanto Deus continuar adormecido, os anjos renegados serão perseguidos e mortos pelos
agentes celestiais.
Com o poder e prestígio que conseguiu por ter delatado os insurgentes, Lúcifer arquitetou a
sua própria revolução. Movido por interesses nem um pouco justos, o Arcanjo Sombrio pretendia
tomar o principado de Miguel e ascender acima mesmo do Criador, coroando-se em Tsafon, o Monte
da Congregação, e tornado-se assim igual a Deus. O Filho do Alvorecer não queria apenas vencer seu
irmão, mas desejava tornar-se ele próprio Deus – subjugar não apenas o monarca, mas também
Yahweh.
Muitos anjos, revoltados com a política celeste, não conheciam as motivações egoístas de
Lúcifer, e se juntaram a ele. Ao descobrir a traição, o Príncipe dos Anjos declarou nova guerra, e uma
segunda batalha estalou. Por seus atos e ambições macabros, a Estrela da Manhã e seus seguidores
foram lançados ao Sheol, um poço obscuro de trevas e sofrimento, um lugar terrível, um cárcere
permanente. Lá, o Arcanjo Sombrio governa, e espera o momento certo para iniciar sua vingança.
Hoje, os mortais conhecem essa dimensão pelo nome de Inferno.